Dois Mil e Onze. Começo a lembrar do começo. Ano épico. Lembrar do começo, dá uma saudade. Quando tudo era novidade. Lembro de quando cheguei. Era realmente novidade. Família ! Na realidade, todos os dias desse ano estão sendo. Deus é criativo. Não repete fala, nem roteiro. Como é bom ter memória. E guardar nela, sempre o que foi bom. Pois de ruim, teve muita coisa ! Mas a maioria delas, serviram pro crescimento.
Algumas coisas eu ainda não sei por que aconteceram. Mas isso, com o tempo, eu entendo.
Só sei que esse ano foi incrível. Magnifico. Demais !
Conhecer todos os que eu conheci, lembrar de tudo que todos passaram juntos. E olha que não foi pouca coisa, cada história !
Cada dia uma novidade, uma decepção, uma alegria.
Foi o ano que aprendi a ser submissa a vontade de Deus. A passar por algumas coisas e fingir que não vi. A entender que não posso entender tudo. A esquecer alguns pra lembrar de outros. A afastar pra poder aproximar. Aprendi a viver pra Ele.
E quando se vive pra Ele, não se tem outra coisa na mente, além de fazer tudo pra Ele.
Agradeço a Deus, cada dia, por esse filme que Ele está dirigindo nas nossas vidas. As vezes, algumas cenas desse filme, são como luzes mal focadas, não da pra ver direito, entender, mas quando o foco melhora, você enxerga. Cada ator, protagonista, ou até os figurantes são importantes. Cada cenário, cada cena, ensaiada ou não. O filme continua, não para. Teve cena de ação, de emoção, de romance (eca !), de amor. Amor incondicional por pessoas, por vidas, por atores, e claro, pelo diretor. Por que sem Ele, não haveria filme.
E o filme ainda está sendo produzido. Falta tempo pra acabar, precisa de esforço e empenho pra continuar a gravar. Apesar dos erros de gravação, sempre tem uma nova tomada pra poder corrigir. E esse diretor. Deus. Ele é o diretor, desse filme chamado amor.

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